QUE DEUS ABENÇOE TODAS AS CRIANÇAS DO MUNDO
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Dia da Criança
hoje é o Dia da Criança, acredito que o dia da criança deveria ser todo dia, se todo mundo fosse como uma criança, pensasse como uma criança o mundo não estaria tão perdido como está. Deus disse " Deixai vim a mim todas as crianças..." por elas serem tão inocentes.
Pensamentos para o dia das crianças:
"A melhor maneira de tornar as crianças boas, é torná-las felizes"
" As crianças acham tudo em nada, os homens acham nada em tudo"
As crianças são quase sempre felizes, porque não pensam na felicidade, os velhos são muitos vezes infelizes, porque pensam demasiadamente nela".
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS DE TODO O BRASIL. E MUNDO.
Pensamentos para o dia das crianças:
"A melhor maneira de tornar as crianças boas, é torná-las felizes"
" As crianças acham tudo em nada, os homens acham nada em tudo"
As crianças são quase sempre felizes, porque não pensam na felicidade, os velhos são muitos vezes infelizes, porque pensam demasiadamente nela".
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS DE TODO O BRASIL. E MUNDO.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Esgotamento fisico
acho que é isso que eu estou tendo..eses ultimos dias de final de curso me deu uma falta de perna, pressão baixa.., não sei não... eu pensei que era de ferro, diferente das outras pessoas, porque, eu tenho dado conta de casa, loja, estudo, filhos, correria para entregar meu TCC.. MEU DEUS. estou agora me sentido fraca, sem coragem, e ainda vou apresentar minha defesa, eu so peço á Deus que me ajude ir até o final do meu curso, preciso terminar. depois vou tirar umas férias de estudo, e quem sabe no próximo ano estou preparada pra enfrentar um mestrado. dizem que estudar não tem idade... claro que ajuda muito, mais é diferente de um cérebro mais novo... mais vamos lá. o importante é o espirito. também foi duas graduação juntas, uffa. estou quase no final. vamos lá, levantar mais um canudo e gritar de felicidade.
tem uma frase comigo, desde de menina que escuto, " insisto, persisto mais não desisto". e temos que ser assim. nunca desistir dos nossos sonhos.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
FOLKCOMUNICAÇÃO.
como diz Luis Beltrão em sua tese de doutorado, sobre folk(cultura) comunicação, "é um processo de intercambio de informaçoes e mainifestações de opiniões e ideias e atitudes da massa. por intermedio de agentes e meios ligados direta ou indiretamente ao folclore."ou seja, transmissão de noticias e expressão do pensamneto e das reividicações coletivas.
resumindo, o Hip Hop se encaixa dentro da folk, é uma cultura marginalizada que através de elementos como a linguagem do corpo, da música e o grafite, consegue trabalhar socialmente a consciência dos jovens de baixa renda.
é pessoal esse é um pedaço da minha descoberta, no meu relatorio de TCC. vou fazer um documentário sobre Hip Hop, mostrando o belo trabalho dos meninos articuladores( lideres de opiniões) do hip.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
QUE DIA!!!!
Hoje foi mais um dia daqueles, de grande tormento, é o que dar ser a super mãe, super dona de casa, super estudante, super mulher, super empresária. Não aguento mais, ando correndo tanto, que justamente hoje no dia importante da minha filha, não estava por perto, não tive tempo de ler sua agenda, e lá tinha um convite, para assistir assinatura do livro que minha filha escreveu, junto com as coleguinhas de sala. perdi esse lindo dia de autógrafos, na hora da foto eu não estava presente. simplesmente não sabia, ela não me falou, mais cobrou muito depois. quando fui buscá-la no colégio, ja vinha chorando, e jogou o livro no chão. gente fiquei apavorada e me deu uma sensação de culpa, quando escutei aquele chorinho, dizendo que ela foi a ínica que não tinha ninguém para receber o livro e tirar a foto. fiquei triste, pense como fiquei, ainda escutando ela me dizendo que ficou com vergonha e teve que tirar a foto com a diretora do colégio. quase choro, pedi desculpa, e fi quei calada, triste, so pensando como deve ter sido para ela, uma criança de 8 anos, escreveu uma historinha no livro, e a mãe não estava lá para recebê-la.... nunca tinha acontecido isso comigo, mais estou tão cansada, tão ocupada, que não li agenda da minha fofa, mais prometi que nunca mais isso vai se repetir. posso ser tudo na minha vida, mais nunca vou deixar de ser uma mãe amiga para meus filhos.
domingo, 22 de novembro de 2009
HIP HOP

Estamos na semana da consciência negra, e o grupo ADIMÓ, preparou mais um festival daqueles, pra quem não conhece o grupo ADIMÓ, tem como representante mano Chagas, que vem levando a frente, todo um trabalho de grupo, ajudando jovem que vivem na ociosidade, excluído da sociedade, mostrando que a cultura hip hop, a chamada "cultura de rua" consegue agregar varias coisas importantes, como a noção de respeito, cidadania, reflexão e educação. diante de vários problemas enfrentados pelos jovens da periferia de Picos, eles tem sido alvo de criticas, preconceitos e menosprezado pela grande maioria das pessoas. Durante esses três dias estão sendo mostrado sua cultura através do grafite, rap, danças, basquete de rua, que achei muito interessante. é uma pena que a cidade ainda não acordou pra olhar com outros olhos o lado bom da coisa, olhar o sorriso dessas pessoas quando estão mostrando seus talentos, através da sua arte, a integração social que existe no meio deles.
o hip hop é uma cultura engajada, na qual a pessoa se divertem, se distraem, se conscientizam e se politizam.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
O DIPLOMA, O JORNALISMO E O CAPITAL SIMBÓLICO
| * Ricardo Tesseroli Está ai um artigo que nunca pensei que iria escrever. O diploma para o exercício da profissão de jornalista não é mais obrigatório no Brasil. No que isso vai influenciar daqui para frente, é difícil de mensurar agora. Mas algumas considerações devem ser feitas. Tirando o que já se comenta, e muito, a respeito do jornalismo como formação acadêmica, algumas coisas passaram quase que despercebidas na discussão que acabou na lamentável decisão do Supremo Tribunal Federal. Lembro-me de uma aula que tive com a professora Níncia Teixeira Ribas, ainda na graduação, no curso de comunicação social da Unicentro (Universidade Estadual do Centro Oeste), quando falávamos sobre a formação de um jornalista e sua profissão. A professora, mesmo sem ter formação de jornalista, mas, uma das melhores docentes de Letras que conheço e profunda conhecedora e admiradora da área da comunicação, alertava sobre a importância social da profissão de Jornalista. Seu discurso foi coerente e extremamente esclarecedor. Na argumentação ela frisava que: se um médico cometesse um erro, ele arruinaria a vida de uma pessoa. Se um professor cometesse um erro em sala de aula, ele iria “arruinar” a vida de 30 alunos, mas e se um jornalista cometesse um erro? A vida de quantas pessoas ele arruinaria? Impossível contar. O alcance do trabalho de um jornalista é algo que não se pode calcular, e me entristece saber que em meio a tanta discussão, pouco ouvi falar sobre o jornalismo enquanto capital simbólico. Praticamente não se levou em conta o fato de que trabalhamos com informações e pessoas, e da forma com que o mundo se encontra hoje, são dois dos mais importantes pilares da sociedade moderna. A todo momento, na mídia, ícones são criados e destruídos, tudo através da imprensa. Afinal de contas, não é só a morte que acaba com a vida de alguém, mas existem “n” formas de destruir uma vida, e nós, os jornalistas, trabalhamos, talvez, com uma das principais delas, a informação. Que pode ser de caráter pessoal, profissional, coletivo ou de massa. E como saber lidar com isso? Sem dúvida existem muitos exemplos de bons profissionais que, mesmo sem terem cursado uma faculdade de jornalismo, lidam bem com essa questão, mas uma coisa é certa, somente quem sentou em um banco universitário é que tem o mínimo de compreensão da importância e do poder que a profissão de jornalista possui. É uma pena que a discussão capitalista tenha superado a discussão simbólica e do conhecimento e, pena maior ainda, é que as pessoas que tomaram a decisão de acabar com a obrigatoriedade do diploma de jornalismo nunca tenham freqüentado um colegiado de jornalismo para entender realmente o que é a nossa profissão. Se amparado por um diploma universitário já é difícil controlar esse capital simbólico, imagine agora, sem ele? Para piorar, não podemos esquecer que a categoria não possui nenhum tipo de conselho ou órgão de classe para regulamentar a profissão. Como ficará um dos bens mais preciosos da sociedade moderna sem nenhum tipo de amparo que garanta a sua boa utilização? Não é possível prever o futuro, mas uma coisa é certa, o tempo deverá fazer com que, as mesmas pessoas, entidades e órgãos que defenderam o fim da obrigatoriedade do diploma sintam na pele as conseqüências de tal decisão. Afinal, a curto e médio prazo, os jornalistas profissionais podem até serem prejudicados, mas quando a responsabilidade começar a cair sobre os ombros de quem detém agora o timão da informação, a coisa poderá se inverter. Informação é coisa séria, já alertava algum slogan que ouvi esses tempos por ai, e com coisa séria não se brinca. *Jornalista formado pela Unicentro, especialista em mídia e política pela UEPG e assessor de imprensa. |
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