sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Esgotamento fisico



acho que é isso que eu estou tendo..eses ultimos dias de final de curso me deu uma falta de perna, pressão baixa.., não sei não... eu pensei que era de ferro, diferente das outras pessoas, porque, eu tenho dado conta de casa, loja, estudo, filhos, correria para entregar meu TCC.. MEU DEUS. estou agora me sentido fraca, sem coragem, e ainda vou apresentar minha defesa, eu so peço á Deus que me ajude ir até o final do meu curso, preciso terminar. depois vou tirar umas férias de estudo, e quem sabe no próximo ano estou preparada pra enfrentar um mestrado. dizem que estudar não tem idade... claro que ajuda muito, mais é diferente de um cérebro mais novo... mais vamos lá. o importante é o espirito. também foi duas graduação juntas, uffa. estou quase no final. vamos lá, levantar mais um canudo e gritar de felicidade.

tem uma frase comigo, desde de menina que escuto, " insisto, persisto mais não desisto". e temos que ser assim. nunca desistir dos nossos sonhos.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

FOLKCOMUNICAÇÃO.

como diz Luis Beltrão em sua tese de doutorado, sobre folk(cultura) comunicação, "é um processo de intercambio de informaçoes e mainifestações de opiniões e ideias e atitudes da massa. por intermedio de agentes e meios ligados direta ou indiretamente ao folclore."

ou seja, transmissão de noticias e expressão do pensamneto e das reividicações coletivas.
resumindo, o Hip Hop se encaixa dentro da folk, é uma cultura marginalizada que através de elementos como a linguagem do corpo, da música e o grafite, consegue trabalhar socialmente a consciência dos jovens de baixa renda.

é pessoal esse é um pedaço da minha descoberta, no meu relatorio de TCC. vou fazer um documentário sobre Hip Hop, mostrando o belo trabalho dos meninos articuladores( lideres de opiniões) do hip.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

QUE DIA!!!!

Hoje foi mais um dia daqueles, de grande tormento, é o que dar ser a super mãe, super dona de casa, super estudante, super mulher, super empresária. Não aguento mais, ando correndo tanto, que justamente hoje no dia importante da minha filha, não estava por perto, não tive tempo de ler sua agenda, e lá tinha um convite, para assistir assinatura do livro que minha filha escreveu, junto com as coleguinhas de sala. perdi esse lindo dia de autógrafos, na hora da foto eu não estava presente. simplesmente não sabia, ela não me falou, mais cobrou muito depois. quando fui buscá-la no colégio, ja vinha chorando, e jogou o livro no chão. gente fiquei apavorada e me deu uma sensação de culpa, quando escutei aquele chorinho, dizendo que ela foi a ínica que não tinha ninguém para receber o livro e tirar a foto. fiquei triste, pense como fiquei, ainda escutando ela me dizendo que ficou com vergonha e teve que tirar a foto com a diretora do colégio. quase choro, pedi desculpa, e fi quei calada, triste, so pensando como deve ter sido para ela, uma criança de 8 anos, escreveu uma historinha no livro, e a mãe não estava lá para recebê-la.... nunca tinha acontecido isso comigo, mais estou tão cansada, tão ocupada, que não li agenda da minha fofa, mais prometi que nunca mais isso vai se repetir. posso ser tudo na minha vida, mais nunca vou deixar de ser uma mãe amiga para meus filhos.

domingo, 22 de novembro de 2009

HIP HOP


Estamos na semana da consciência negra, e o grupo ADIMÓ, preparou mais um festival daqueles, pra quem não conhece o grupo ADIMÓ, tem como representante mano Chagas, que vem levando a frente, todo um trabalho de grupo, ajudando jovem que vivem na ociosidade, excluído da sociedade, mostrando que a cultura hip hop, a chamada "cultura de rua" consegue agregar varias coisas importantes, como a noção de respeito, cidadania, reflexão e educação. diante de vários problemas enfrentados pelos jovens da periferia de Picos, eles tem sido alvo de criticas, preconceitos e menosprezado pela grande maioria das pessoas. Durante esses três dias estão sendo mostrado sua cultura através do grafite, rap, danças, basquete de rua, que achei muito interessante. é uma pena que a cidade ainda não acordou pra olhar com outros olhos o lado bom da coisa, olhar o sorriso dessas pessoas quando estão mostrando seus talentos, através da sua arte, a integração social que existe no meio deles.
o hip hop é uma cultura engajada, na qual a pessoa se divertem, se distraem, se conscientizam e se politizam.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O DIPLOMA, O JORNALISMO E O CAPITAL SIMBÓLICO


* Ricardo Tesseroli

Está ai um artigo que nunca pensei que iria escrever. O diploma para o exercício da profissão de jornalista não é mais obrigatório no Brasil. No que isso vai influenciar daqui para frente, é difícil de mensurar agora. Mas algumas considerações devem ser feitas.

Tirando o que já se comenta, e muito, a respeito do jornalismo como formação acadêmica, algumas coisas passaram quase que despercebidas na discussão que acabou na lamentável decisão do Supremo Tribunal Federal.

Lembro-me de uma aula que tive com a professora Níncia Teixeira Ribas, ainda na graduação, no curso de comunicação social da Unicentro (Universidade Estadual do Centro Oeste), quando falávamos sobre a formação de um jornalista e sua profissão. A professora, mesmo sem ter formação de jornalista, mas, uma das melhores docentes de Letras que conheço e profunda conhecedora e admiradora da área da comunicação, alertava sobre a importância social da profissão de Jornalista.

Seu discurso foi coerente e extremamente esclarecedor. Na argumentação ela frisava que: se um médico cometesse um erro, ele arruinaria a vida de uma pessoa. Se um professor cometesse um erro em sala de aula, ele iria “arruinar” a vida de 30 alunos, mas e se um jornalista cometesse um erro? A vida de quantas pessoas ele arruinaria? Impossível contar.

O alcance do trabalho de um jornalista é algo que não se pode calcular, e me entristece saber que em meio a tanta discussão, pouco ouvi falar sobre o jornalismo enquanto capital simbólico. Praticamente não se levou em conta o fato de que trabalhamos com informações e pessoas, e da forma com que o mundo se encontra hoje, são dois dos mais importantes pilares da sociedade moderna.

A todo momento, na mídia, ícones são criados e destruídos, tudo através da imprensa. Afinal de contas, não é só a morte que acaba com a vida de alguém, mas existem “n” formas de destruir uma vida, e nós, os jornalistas, trabalhamos, talvez, com uma das principais delas, a informação. Que pode ser de caráter pessoal, profissional, coletivo ou de massa. E como saber lidar com isso?

Sem dúvida existem muitos exemplos de bons profissionais que, mesmo sem terem cursado uma faculdade de jornalismo, lidam bem com essa questão, mas uma coisa é certa, somente quem sentou em um banco universitário é que tem o mínimo de compreensão da importância e do poder que a profissão de jornalista possui.

É uma pena que a discussão capitalista tenha superado a discussão simbólica e do conhecimento e, pena maior ainda, é que as pessoas que tomaram a decisão de acabar com a obrigatoriedade do diploma de jornalismo nunca tenham freqüentado um colegiado de jornalismo para entender realmente o que é a nossa profissão.

Se amparado por um diploma universitário já é difícil controlar esse capital simbólico, imagine agora, sem ele? Para piorar, não podemos esquecer que a categoria não possui nenhum tipo de conselho ou órgão de classe para regulamentar a profissão. Como ficará um dos bens mais preciosos da sociedade moderna sem nenhum tipo de amparo que garanta a sua boa utilização?

Não é possível prever o futuro, mas uma coisa é certa, o tempo deverá fazer com que, as mesmas pessoas, entidades e órgãos que defenderam o fim da obrigatoriedade do diploma sintam na pele as conseqüências de tal decisão. Afinal, a curto e médio prazo, os jornalistas profissionais podem até serem prejudicados, mas quando a responsabilidade começar a cair sobre os ombros de quem detém agora o timão da informação, a coisa poderá se inverter. Informação é coisa séria, já alertava algum slogan que ouvi esses tempos por ai, e com coisa séria não se brinca.

*Jornalista formado pela Unicentro, especialista em mídia e política pela UEPG e assessor de imprensa.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

O FOGO DA VIDA E DA PURIFICAÇÃO.....



FESTA JUNINA, TRADICIONAL FESTEJO CATÓLICO COMEMORADO NO MÊS DE JUNHO, EM HOMENAGEM AOS SANTOS: SÃO PEDRO,SANTO ANTÔNIO E PRINCIPALMENTE SÃO JOÃO





Também perduraram, desde os tempos imemoriais, os costumes de acender fogueiras e tochas, que livravam as plantas e colheitas dos espíritos maus que poderiam impedir a fertilidade.

A festa de São João está também, diretamente relacionada com o elemento "fogo". Analisando mais a fundo o simbolismo deste elemento, chegaremos a seus vários aspectos.

O fogo é criação, nascimento, luz original, alegria e elemento que foi divinizado pelo homem. Este, submerso nos mistérios da noite, alegra-se quando seus olhos se abrem para a luz do dia, iluminados pelos raios benéficos do Sol. Mas o fogo também é destruidor, já que tudo queima e incinera. Esta ambivalência foi rapidamente observada pelos nossos antepassados que fizeram do fogo uma representação do bem e do mal. O fogo portanto, é princípio de vida, revelação, iluminação, purificação, mas também paixão e destruição. Dá a vida, mas volta a tirá-la e transforma-a em cinza.

As fogueiras de São João, que queimam atualmente, na noite de 23 de junho (véspera da festa de São João), eram no começo, fogos de fertilização e purificação que se acendiam no dia do Solstício de Verão, na Europa (21 de junho), justamente antes das colheitas, em honra aos deuses para agradecer as suas bondades, ou imediatamente depois, para purificar a terra.

As festividades de São João, portanto, celebram a vida, o Sol, o fogo transformador que consome o velho para criar algo novo.

TRADIÇÃO QUE CONQUISTOU OS ÍNDIOS...

Quando os portugueses chegaram com seus jesuítas ao Brasil, em torno 1500, trouxeram em sua bagagem todas as suas crenças e costumes. Alguns cronistas contam que os jesuítas foram os primeiros a acender fogueiras e tochas para comemorar a festa de São João.

Ela foi muito bem aceita pelo nosso indígena, pois se identificava com suas danças sagradas realizadas também, em torno do fogo.

Os jesuítas, muito astutos, se utilizaram do interesse do índio pelas festas religiosas para atraí-los e estabelecerem contatos com objetivos de catequese.

As festas juninas somam hoje, contribuições culturais de vários povos que aqui se estabeleceram como o passar do tempo. E, pode-se dizer, por que não, que este verdadeiro "coquetel de culturas" foi um arranjo perfeito e mobiliza romaria de turistas para apreciarem suas alegres e descontraídas festas.


quinta-feira, 25 de junho de 2009

MORRE AOS 50 ANOS UM GRANDE POPSTAR




Eu tinha 13 anos, quando "conheci" pela primeira vez, um astro na época estourou logo no primeiro clip. "Beat", me apaixonei logo de cara, adorei seu jeito de dançar, cantar, falar e sorrir, seu sorriso lindo de quem, quando criança tinha grandes sonhos.
Eu não perdia nada, comprei o primeiro LP, na época, lembro um dia quando ia no caminho da igreja com meu pai e irmãos, escutei passando no fantástico uma manchete" MICHAEL JACKSON e o seu novo clip, sai correndo pra vê-lo, não podia escutar que meu coração palpitava, como se fosse sair pela boca. assistir o culto, louca para o pastor terminar, para ir pra casa só pra não perder o clip dele. queria vê de qualquer jeito.nessa época ele ainda não tinha a doença de pele. adorava aquela côr dele, nunca esqueci, meu quarto cheio de fotos, revistas, entrevistas guardadas. a dança me contagiava, dançava escondidinha, todos os passos dele. minha mãe sorria, "aquela menina" apaixonada por ídolo, coisa de adolescente. quem nunca se apaixonou por um popstar. aquele rapaz pobre que cantava com seus irmãos, tirou a familia da miséria, e a própria família quis acabar com ele. é o preço da fama. um pai rigoroso que batia direto no caçula. acho que ele nunca teve uma infância boa. de repente aquele rapaz que abalou o mundo, virou um popstar, da noite pro dia, e um dia estava nas manchetes de polícia. sendo acusado por abuso sexual, Eu não acreditei e continuo não acreditando. hoje, eu adulta, me preparando toda feliz com sua volta aos palcos, assistindo seus clips, os ensaios para sua nova turnê, orando pra vim para o Brasil novamente, pois da ultima vez não foi possivel ir assisti-lo. quando escuto na tv a sua "morte" , olha, pensei que todo aquela loucura que tinha por ele, tinha acabado e que fosse coisa de criança, vi minha filha chorar, dizendo mamãe Michael Jackson morreu. pois ela por incrivel que pareça também gostava das músicas dele, talvez aquela dança dele, contagia as pessoas. eu parei para olhar aquela notícia triste. E como toda fâ começei a chorar por ele, e estou triste,nunca pensei que fosse me abalar assim, pois minha esperança de vê-lo um dia agora acabaram, mais meu sonho agora é de um dia poder visitar seu túmulo. ainda tenho guardado de recordação seus primeiros Lps. vocês podem até achar besteira e pensar AH Michael Jakson morreu, como se fosse qualquer um, só que ele assim como existiu Lennon, Elvis, ele também vai ficar no coração daquelas pessoas que amam, músicas de verdades com letras que mexem com o ser humano, letras que falam da realidade da vida e que se preocupa com a natureza. meus irmãos ja começaram a ligar pra mim," Lídia, tú ja sabes teu grande ídolo morreu! " é eu ja sei... morreu..... que pena, tão novo, morreu aos 50 anos. ADEUS MICHAEL JACKSON, você passou dessa vida para outra. nunca vamos esquecêr.

totalmente jeans

 olá! e como estamos ? você nem imagina o que aconteceu comigo depois da queda que já faz um ano?  não tive sossego, só vivo no medico, gent...